Tia Eulália

Eulália do Nascimento, a famosa Tia Eulália, nasceu em 12 de Março de 1908 em São José de Além Paraíba,Porto Novo do Cunha , em Minas Gerais, e veio com um ano para o Morro da Serrinha, trazida pelos pais Zacarias e Etelvina, ali permanecendo até hoje.

Na infância, viveu numa Serrinha. Seu pai, Francisco Zacarias de Oliveira, foi o precursor dos blocos de carnaval na Serrinha e na cidade do Rio, como o Dois Jacarés. Amigo do Ministro Edgard Romero, tinha muita influência conseguindo benfeitorias para a comunidade. Sua casa vivia repleta de músicos que organizavam pastoris, gafieiras, serestas e obviamente muitas rodas de samba. Mano Elói dizia que o espírito festivo daqueles nove irmãos filhos do senhor Zacarias Oliveira, já era suficiente para a criação de uma escola de samba.

Em 1947, na casa de Tia Eulália e Seu Nascimento na rua Balaiada, no alto do morro, foi fundada a Império Serrano. Tia Eulália é portadora da carteirinha no.1 da escola que defende com todo o fervor. Nos ensaios até tarde da madrugada e no desfile da escola ela está sempre inspecionando tudo com muito rigor. Conheceu o jongo quando casou com o Seu Nascimento mas seu maior interesse sempre foi o samba.

José Nascimento Filho, empregado da Resistência do Cais do Porto, nasceu em Três Rios no dia 19 de Março de 1903. Marido de Tia Eulália, Seu Nascimento dava o jongo a cada aniversário seu, quando acorriam à sua casa famosos jongueiros do antigo Distrito Federal e do interior do estado do Rio. Acordava cedo, vestia-se de branco com uma camisa azul e dirigia-se à Igreja de São José, no Centro, para assistir à missa do santo. Voltava para casa e começava a preparar as comidas e os foguetes para a festa à noite. De madrugada, o chão do terreiro cobria-se de flores atiradas pelos jongueiros.

Hooligans

Hooligans são grupos de torcedores de eventos esportivos que existem na Europa, mais precisamente: Inglaterra, República Tcheca, Polônia, Alemanha e Croácia e que sentem prazer em brigar, usando o futebol como o evento alvo para isso.

Misturam a paixão clubística com a vontade de fazer vandalismo, na maioria das vezes alcoolizados. Alguns grupos hooligans além da paixão pelo clube, defendem ideologias políticas (geralmente de Direita e Extrema Direita). Alguns fatos ilustram o perigo que essas pessoas levam ao estádios. Um exemplo foi a final da Liga dos Campeões, entre Liverpool e Juventus da Itália; nesse episódio morreram mais de trinta pessoas. A repressão é muito forte a grupos hooligans, mas alguns fatos ainda ocorrem, como na Copa do Mundo de 2006 na Alemanha, em que ingleses e alemães promoveram quebra-quebra.

O hooliganismo surgiu tradicionalmente na Inglaterra na década de 60, mas ficou mais evidente na década de 70. Durante alguns jogos, a violência em grande escala entre as torcidas passou a ser visivelmente notada – e televisionada. Hoje em dia, esse grupo é até mesmo proibido de entrar em alguns países da Europa.


  • What is Football Hooliganism? (Source: The football Industry group)

Proteinúria

Proteinúria é a perda de proteínas através da urina. Trata-se de um achado comum à várias doenças renais podendo ser discreta, quando ocorre perda de apenas alguns miligramas de proteínas por dia, ou pode ser mais intensa, quando existe perda de vários gramas de proteínas ao dia.
Quando a perda de proteínas pela urina é maior que 3,5 gramas ao dia, dizemos que trata-se de uma proteinúria nefrótica.

Fator de potência

O fator de potência (FP) de um sistema elétrico qualquer, que está operando em corrente alternada (CA), é definido pela razão da potência real ou potência ativa pela potência total ou potência aparente.


Teoria

Em circuitos de corrente alternada (CA) puramente resistivos, as ondas de tensão e de corrente elétrica estão em fase, ou seja, mudando a sua polaridade no mesmo instante em cada ciclo. Quando cargas reativas estão presentes, tais como capacitores ou condensadores e indutores, o armazenamento de energia nessas cargas resulta em uma diferença de fase entre as ondas de tensão e corrente. Uma vez que essa energia armazenada retorna para a fonte e não produz trabalho útil, um circuito com baixo fator de potência terá correntes elétricas maiores para realizar o mesmo trabalho do que um circuito com alto fator de potência.

A potência ativa é a capacidade do circuito em produzir trabalho em um determinado período de tempo. Devido aos elementos reativos da carga, a potência aparente, que é o produto da tensão pela corrente do circuito, será igual ou maior do que a potência ativa. A potência reativa é a medida da energia armazenada que é devolvida para a fonte durante cada ciclo de corrente alternada.

O fluxo de potência em circuitos de corrente alternada tem três componentes: potência ativa (P), medida em watts (W); potência aparente (S), medida em volt-amperes (VA); e potência reativa (Q), medida em volt-amperes reativos (VAr).

O fator de potência pode ser expresso como:

<math>FP=\frac{P}{S}</math>

No caso de formas de onda perfeitamente senoidais, P, Q e S podem ser representados por vetores que formam um triângulo retângulo, também conhecido como triângulo de potências, sendo que:

<math>S^2\,\! = {P^2\,\!} + {Q^2\,\!}</math>

Se φ é o ângulo de fase entre as de ondas de corrente e tensão, então o fator de potência é igual a <math>\left|\cos\phi\right|</math>, e:

<math> P = S \left|\cos\phi\right| </math>

Por definição, o fator de potência é um número adimensional entre 0 e 1. Quando o fator de potência é igual a zero (0), o fluxo de energia é inteiramente reativo, e a energia armazenada é devolvida totalmente à fonte em cada ciclo. Quando o fator de potência é 1, toda a energia fornecida pela fonte é consumida pela carga. Normalmente o fator de potência é assinalado como atrasado ou adiantado para identificar o sinal do ângulo de fase entre as ondas de corrente e tensão elétricas.

O fator de potência é determinado pelo tipo de carga ligada ao sistema elétrico, que pode ser:

  • Resistiva
  • Indutiva
  • Capacitiva

Se uma carga puramente resistiva é conectada ao sistema, a corrente e a tensão mudarão de polaridade em fase, nesse caso o fator de potência será unitário (1), e a energia elétrica flui numa mesma direção através do sistema em cada ciclo. Cargas indutivas tais como motores e transformadores (equipamentos com bobinas) produzem potência reativa com a onda de corrente atrasada em relação à tensão. Cargas capacitivas tais como bancos de capacitores ou cabos elétricos enterrados produzem potência reativa com corrente adiantada em relação à tensão. Ambos os tipos de carga absorverão energia durante parte do ciclo de corrente alternada, apenas para devolver essa energia novamente para a fonte durante o resto do ciclo.

Por exemplo, para se obter 1 kW de potência ativa quando o fator de potência é unitário (igual a 1), 1 kVA de potência aparente será necessariamente transferida (1 kVA = 1 kW ÷ 1). Sob baixos valores de fator de potência, será necessária a transferência de uma maior quantidade de potência aparente para se obter a mesma potência ativa. Para se obter 1 kW de potência ativa com fator de potência 0,2 será necessário transferir 5 kVA de potência aparente (1 kW = 5 kVA × 0,2).

Freqüentemente é possível corrigir o fator de potência para um valor próximo ao unitário. Essa prática é conhecida como correção do fator de potência e é conseguida mediante o acoplamento de bancos de indutores ou capacitores, com uma potência reativa Q contrário ao da carga, tentando ao máximo anular essa componente. Por exemplo, o efeito indutivo de motores pode ser anulado com a conexão em paralelo de um capacitor (ou banco) junto ao equipamento.

As perdas de energia aumentam com o aumento da corrente elétrica transmitida. Quando a carga tem fator de potência menor do que 1, mais corrente é requerida para suprir a mesma quantidade de potência útil. As concessionárias de energia estabelecem que os consumidores, especialmente os que possuem cargas maiores, mantenham os fatores de potência de suas instalações elétricas dentro de um limite mínimo, caso contrário serão penalizados com cobranças adicionais. Engenheiros freqüentemente analisam o fator de potência de uma carga como um dos indicadores que afetam a eficiência da transmissão e geração de energia elétrica.


Componentes não-senoidais

Em circuitos que têm apenas tensão e corrente alternadas, o efeito do fator de potência cresce somente com a diferença de fase entre ambas. Isso é conhecido como “fator de potência de deslocamento”. Este conceito pode ser generalizado para fatores de potência reais onde a potência aparente inclui componentes de distorção harmônica. Isso possui uma importância prática em sistemas de potência que contém cargas não-lineares tais como retificadores, algumas formas de iluminação elétrica, fornos à arco, equipamentos de solda, fontes chaveadas, entre outros.

Um exemplo particularmente importante são os milhões de computadores pessoais que possuem fontes chaveadas com potência variando entre 150 W a 500 W. Historicamente, essas fontes de baixo custo incorporam um retificador simples de onda completa que conduzem apenas quando a tensão instantânea excede a tensão no capacitor de entrada. Isso produz altos picos de corrente de entrada, que, por sua vez, produzem distorções no fator de potência e problemas de carregamento, tanto dos condutores fase como neutro das instalações e dos sistemas elétricos.

Um multímetro típico fará leituras incorretas de correntes que possuam componentes harmônicas. Será necessário um multímetro que meça o valor true RMS para se medir o valor real das correntes e tensões (e a potência aparente por conseqüência). Para medir a potência ativa ou reativa será necessário escolher adequadamente o wattímetro, para que faça medições de correntes não-senoidais.


Legislação

No Brasil, a Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL estabelece que o fator de potência nas unidades consumidoras deve ser superior a 0,92 capacitivo durante 6 horas da madrugada e 0,92 indutivo durante as outras 18 horas do dia. Esse limite é determinado pelo Artigo nº 64 da Resolução ANEEL nº456 de 29 de novembro de 2000 e quem descumpre está sujeito a uma espécie de multa que leva em conta o fator de potência medido e a energia consumida ao longo de um mês.

A mesma resolução estabelece que a cobrança do fator de potência pelas concessionárias é obrigatória para unidades consumidoras de média tensão (alimentadas com mais de 2.300 V) e facultativas para unidades consumidoras de baixa tensão (abaixo dos 2.300 V, como residências em geral). A cobrança em baixa tensão, na prática, raramente ocorre, pois o fator de potência deste tipo de unidade consumidora geralmete está acima dos 0,92, não havendo grande ocorrência de multas que compensasse a instalação de medidores de energia reativa.

No Brasil, ainda não existe legislação, para regulamentar os limites das distorções harmônicas nas instalações elétricas.

Astenia

Astenia (do grego a-/an-, “negação” e sthénos, “vigor” ou “força”) é um termo empregado na medicina para designar uma sensação de fraqueza, porém sem perda real da capacidade muscular.


Causas comuns de astenia

  • Doença de Addison
  • Anemia
  • Ansiedade
  • Dor crônica
  • Sedentarismo
  • Desidratação e distúrbio de eletrólitos
  • Depressão
  • Diabetes
  • Fibromialgia
  • Hipotireoidismo
  • Infecções
  • Gravidez
  • Problemas do sono


Referências

  • Hinshaw DB, Carnahan JM, Johnson DL. Depression, anxiety, and asthenia in advanced illness. J Am Coll Surg 2002;195:276

Joana Seymour

NOTA: Se procura a atriz do filme Em Algum Lugar do Passado (Somewhere in Time), consulte: Jane Seymour (atriz).

Joana ou Jane Seymour (c. 1509 - 24 de Outubro, 1537) foi a terceira mulher de Henrique VIII de Inglaterra e a única a dar-lhe um herdeiro que sobreviveu aos primeiros meses.

Jane era filha de Sir John Seymour e Margarida Wentworth. Trazida para a corte cedo, foi aia das rainhas Catarina de Aragão e Ana Bolena até atrair as atenções do rei. A sua ascensão coincidiu com a queda de favor de Ana Bolena e foi a vontade de Henrique VIII em casar com Joana que percipitou a execução da sua segunda mulher. O casamento realizou-se a 30 de Maio de 1536, menos de duas semanas depois da morte de Ana Bolena.

Como rainha, Jane era a antítese da espalhafatosa Ana Bolena. A vida social da Rainha de Inglaterra reduziu-se e foram proibidas todas as manifestações de exagero nas roupas e nos modos de conduta. Era formal e séria e não tinha amizades masculinas, o que depois do escândalo ocorrido era sobretudo um ato de bom senso. Jane não interferiu diretamente na vida política, mas a sua ascensão a rainha consorte trouxe para a ribalta os seus dois irmãos Eduardo e Tomás Seymour (este último haveria de casar com Catarina Parr, a última mulher de Henrique VIII). O rei era absolutamente fascinado por ela e concedia-lhe todos os desejos, inclusivé a satisfação dos apetites exóticos resultantes da gravidez. Quando Jane morreu na sequência do parto do futuro Eduardo VI, Henrique VIII organizou-lhe um funeral monumental e declarou o luto na corte por muito tempo. De fato haveria de esperar 3 anos até ao seu próximo casamento. Jane está sepultada no Castelo de Windsor.

Queda de peso

Em geofísica queda de peso é um tipo de fonte de ondas sísmicas. É utilizada principalmente em levantamentos de sísmica aplicada de alta resolução. Consiste de um “carrinho” que sustenta a estrutura de uma barra metálica de peso variado. Esta barra é erguida por um motor elétrico através de um sistema de correntes. A impulsão da barra é resultado da soma da gravidade e da força realizada por elásticos tensionados durante a ascensão da barra metálica.

Throughput

Throughput (ou taxa de transferência) é a quantidade de dados transferidos de um lugar a outro, ou a quantidade de dados processados em um determinado espaço de tempo, pode-se usar o termo throughput para referir-se a quantidade de dados transferidos em discos rígidos ou em uma rede, por exemplo; tendo como unidades básicas de medidas o Kbps, o Mbps e o Gbps.
O throughput pode ser traduzido como a taxa de transferência efetiva de um sistema. A taxa de transferência efetiva de um determinado sistema (uma rede de roteadores por exemplo) pode ser menor que a taxa de entrada devido às perdas e atrasos no sistema.

Throughput é diferente da largura de banda nominal.

Por exemplo, podemos ter um link de 2Mbps mas tendo acesso a um conteúdo onde o roteamento dos seus dados passe por um link de 1Mbps. Neste caso, o throughput será considerado pelo menor.

Takanashi Mitsuba

Takanashi Mitsuba (Japonês: 高梨みつば) é uma mangaka, autora de mangás como Bikou Route (微香ルート), Tenshi no Pocket (天使のポケット) e Ohisama no Hana (おひさまの花) que possuem um volume cada contendo 05 one-shots (estórias curtas e fechadas).
Seu mangá mais famoso é Akuma de Sourou (悪魔で候) com 11 volumes.
Seu atual trabalho é Beniiro Hero (紅色HERO) que sai na revista Margaret e está no sétimo volume.


  • Takanashi Mitsuba no ANN

Neoplasma benigno

Neoplasma: crescimento novo de células
Benigno: sem prognóstico de metástase.
Neoplasma benigno ou tumor benigno é o crescimento anormal de células benignas. Diferente de neoplasma e/ou tumor maligno, que possui um diagnóstico diferente e prognóstico pior.
Alguns neoplasmas benignos: lipoma, linfangioma, hemangioma, osteoma, leiomioma, rabdomioma, neuroma, papiloma, etc.
Os neoplasmas benignos recebem a denominação através da célula em que se deu a origem do tumor mais o sufixo “oma”. (Ex: rabdomioma: rabdomio, células musculares esqueléticas; oma, tumor benigno. Tumor benigno de células musculares esqueléticas.)

Maesa

Maesaceae é uma família de plantas angiospérmicas (plantas com flor - divisão Magnoliophyta), pertencente à ordem Ericales.

Esta família compreende uma centena de espécies incluidas num único género: Maesa.

São plantas trepadeiras de folha persistente. Também contém espécies arbóreas. São originárias de regiões temperadas a tropicais, da Ásia, Austrália e Oceania.


==

  • Grupo de Filogenia das Angiospérmicas


==

  • Informação sobre Ericales - Angiosperm Phylogeny Website
  • Chave de identificação de famílias de angiospérmicas
  • Imagens e descrição de famílias de angiospérmicas - segundo sistema Cronquist

Diabetes mellitus

Diabetes mellitus é um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por hiperglicemia (aumento dos níveis de glicose no sangue), resultado de deficiências na secreção de insulina, em sua acção ou ambos. Trata-se de uma doença complexa, na qual coexiste um transtorno global do metabolismo dos carboidratos, lipídios e proteínas. É multifatorial pela existência de múltiplos fatores implicado em sua patogênese. Calcula-se uma prevalência estimada na população adulta de 7,4% (1995), com um valor esperado ao redor de 9% para 2025.


Terminologia

O termo diabetes, geralmente se refere à diabetes mellitus, mas existem muitas outras condições, mais raras, também denominadas como “diabetes”. A mais comum delas é a diabetes insípida (insípida significa “sem gosto” em Latim) na qual a urina não é adocicada. Esta diabetes pode ser causada por danos aos rins ou à glândula pituitária.


História

A diabetes mellitus já era conhecida antes da era cristã. No papiro de Ebers descoberto no Egito, correspondente ao século XV antes de Cristo, já se descrevem sintomas que parecem corresponder à diabetes.

Foi Areteu da Capadócia quem, no século II da era cristã, deu a esta afecção o nome de diabetes, que em grego significa sifão, referindo-se ao seu sintoma mais chamativo que é a eliminação exagerada de água pelo rim, expressando que a água entrava e saía do organismo do diabético sem fixar-se nele (polidipsia e poliúria, características da doença e por ele avaliadas por esta ordem). Ainda no século II, Galeno, contemporâneo de Areteu da Capadócia, também se referiu à diabetes, atribuindo-a à incapacidade dos rins em reter água como deveriam.

Nos séculos posteriores não se encontram nos escritos médicos referências a esta enfermidade até que, no século XI, Avicena fala com clara precisão desta afecção em seu famoso Cânon da Medicina.

Após um longo intervalo foi Thomas Willis quem, em 1679, fez uma descrição da diabetes magistral para a época, ficando desde então reconhecida por sua sintomatologia como entidade clínica. Foi ele quem, referindo-se ao sabor doce da urina, lhe deu o nome de diabetes mellitus (sabor de mel), apesar de esse facto já ter sido registado cerca de mil anos antes na Índia, por volta do ano 500.

Em 1775 Dopson identificou a presença de glicose na urina. Frank, por essa altura também, classificou a diabetes em duas formas: diabetes mellitus (ou vera), e insípida, esta sem apresentar urina doce. A primeira observação feita através de uma necropsia em um diabético foi realizada por Cawley e publicada no London Medical Journal em 1788. Quase na mesma época o inglês John Rollo, atribuindo à doença uma causa gástrica, conseguiu melhorias notáveis com um regime rico em proteínas e gorduras e limitado em hidratos de carbono.

Os primeiros trabalhos experimentais relacionados com o metabolismo dos glicídios foram realizados por Claude Bernard, o qual descobriu, em 1848, o glicogênio hepático e provocou a aparição de glicose na urina excitando os centros bulbares. Ainda na metade do século XIX, o grande clínico francês Bouchardat assinalou a importância da obesidade e da vida sedentária na origem da diabetes e traçou as normas para o tratamento dietético, basendo-a na restrição dos glicídios e no baixo valor calórico da dieta. Os trabalhos clínicos e anatômico-patológicos adquiriram grande importância em fins do século XIX, nas mãos de Frerichs, Cantani, Naunyn, Lanceraux, etc., tendo culminado em experiências de pancreatectomia em cães, realizadas por Mering y Mikowski em 1889.

A busca do suposto hormônio produzido pelas ilhotas de Langerhans, células do pâncreas descritas em 1869 por Paul Langerhans, iniciou-se de imediato. Hedon, Gley, Laguessee Sabolev estiveram muito próximos do almejado triunfo, o qual foi conseguido pelos jovens canadenses Banting e Charles Best, que conseguiram, em 1921, isolar a insulina e demonstrar seu efeito hipoglicêmico. Esta descoberta significou uma das maiores conquistas médicas do século XX, porque transformou as expectativas e a vida dos diabéticos e ampliou horizontes no campo experimental e biológico para o estudo da diabetes e do metabolismo dos glicídios.

Posteriormente, o transplante de pâncreas passou a ser considerado uma alternativa viável à insulina para o tratamento da diabetes mellitus do tipo 1. O primeiro transplante de pâncreas com essa finalidade foi realizado em 1966, na universidade de Manitoba.

Uma linha mais recente de pesquisa na Medicina tem buscado fazer o transplante apenas das ilhotas de Langerhans. O procedimento é simples, tem poucas complicações e exige uma hospitalização de curta duração. O grande problema é a obtenção das células, que são originárias de cadáveres. São necessários em média três doadores para se conseguir um número razoável de células.

O primeiro transplante de ilhotas de Langerhans para curar diabetes do tipo 1 ocorreu em 2004, feito pela equipe do Dr. F. G. Eliaschewitz no Hospital Albert Einstein de São Paulo. O Brasil é considerado líder nas pesquisas desta linha de tratamento. Outro centro de excelência de pesquisas nessa área é a Universidade de Alberta, no Canadá.


Introdução

O pâncreas é o órgão responsável pela produção do hormônio denominado insulina. Este hormônio é responsável pela regulagem da glicemia (glicemia: nível de glicose no sangue). Para que as células das diversas partes do corpo humano possam realizar o processo de respiração aeróbica (utilizar glicose como fonte de energia), é necessário que a glicose esteja presente na célula. Portanto, as células possuem receptores de insulina que, quando acionados “abrem” a membrana celular para a entrada da glicose presente na circulação sanguínea. Uma falha na produção de insulina resulta em altos níveis de glicose no sangue, já que esta última não é devidamente dirigida ao interior das células.

Visando manter a glicemia constante, o pâncreas também produz outro hormônio antagônico à insulina, denominado glucagon. Ou seja, quando a glicemia cai, mais glucagon é secretado visando reestabelecer o nível de glicose na circulação.


Causas e tipos

No início pensava-se que o fator que predispunha à enfermidade era um consumo alto de carboidratos de rápida absorção. Depois se viu que não havia um aumento das probabilidades de contrair diabetes mellitus com o consumo de carboidratos de assimilação lenta.

Atualmente pensa-se que os fatores mais importantes são o excesso de peso e a falta de exercício (para o diabetes tipo 2).

A atividade física melhora a administração das reservas de açúcares do corpo. As reservas de glicogênio aumentam e se dosificam melhor quando o corpo está em forma, já que os lipídios se queimam com mais facilidade, reservando mais os carboidratos para esforços intensos ou em caso de que a atividade seja muito longa que as reservas aguentem mais tempo.

No caso da diabetes tipo I, esta aparece quando o Sistema imunitário do doente ataca as células beta do pâncreas. A causa desta confusão ainda não foi definida, apesar de parecer estar associada a casos de constipações e outras doenças. O tipo de alimentação, o estilo de vida, etc. não têm qualquer influência no aparecimento deste tipo de diabetes.


Metabolismo da glicose

Como a insulina é o principal hormônio que regula a quantidade de glicose absorvida pela maioria das células a partir do sangue (principalmente células musculares e de gordura, mas não células do sistema nervoso central), a sua deficiência ou a insensibilidade de seus receptores desempenham um papel importante em todas as formas da diabetes mellitus.

Muito do carboidrato dos alimentos é convertido em poucas horas no monossacarídeo glicose, o principal carboidrato encontrado no sangue. Alguns carboidratos não são convertidos. Alguns exemplos incluem a frutose que é utilizada como um combustível celular, mas não é convertida em glicose e não participa no mecanismo regulatório metabólico da insulina / glicose; adicionalmente, o carboidrato celulose não é convertido em glicose, já que muitos humanos e muitos animais não tem vias digestivas capazes de digerir a celulose. A insulina é liberada no sangue pelas células beta (células-β) do pâncreas em resposta aos níveis crescentes de glicose no sangue (por exemplo, após uma refeição). A insulina habilita a maioria das células do corpo a absorverem a glicose do sangue e a utilizarem como combustível, para a conversão em outras moléculas necessárias, ou para armazenamento. A insulina é também o sinal de controle principal para a conversão da glicose (o açúcar básico usado como combustível) em glicogênio para armazenamento interno nas células do fígado e musculares. Níveis reduzidos de glicose resultam em níveis reduzidos de secreção de insulina a partir das células beta e na conversão reversa de glicogênio a glicose quando os níveis de glicose caem.

Níveis aumentados de insulina aumentam muitos processos anabólicos (de crescimento) como o crescimento e duplicação celular, síntese protéica e armazenamento de gordura.

Se a quantidade de insulina disponível é insuficiente, se as células respondem mal aos efeitos da insulina (insensibilidade ou resistência à insulina), ou se a própria insulina está defeituosa, a glicose não será administrada corretamente pelas células do corpo ou armazenada corretamente no fígado e músculos. O efeito dominó são níveis altos persistentes de glicose no sangue, síntese protéica pobre e outros distúrbios metabólicos, como a acidose.


Diabetes mellitus tipo 1

Já não se deve usar o termo Diabetes Insulino-dependente, normalmente se inicia na infância ou adolescência, e se caracteriza por um déficit de insulina, devido à destruição das células beta do pâncreas por processos auto-imunes ou idiopáticos. Só cerca de 1 em 20 pessoas diabéticas tem diabetes tipo 1, a qual se apresenta mais freqüentemente entre em jovens e crianças. Este tipo de diabetes se conhecia como diabetes mellitus insulino-dependente ou diabetes infantil. Nela, o corpo produz pouca ou nenhuma insulina. As pessoas que padecem dela devem receber injeções diárias de insulina. A quantidade de injeções diárias é variável em função do tratamento escolhido pelo endocrinologista e também em função da quantidade de insulina produzida pelo pâncreas. A insulina sintética pode ser de ação lenta ou rápida: a de ação lenta é ministrada ao acordar e ao dormir; a de ação rápida é indicada logo após grandes refeições.

Para controlar este tipo de diabetes é necessário o equilíbrio de três fatores: a insulina, a alimentação e o exercício.

Sobre a alimentação é preciso ter vários fatores em conta. Apesar de ser necessário algum rigor na alimentação, há de lembrar que este tipo de diabetes atinge essencialmente jovens, e esses jovens estão muitas vezes em crescimento e têm vidas ativas. Assim, o plano alimentar deve ser concebido com isso em vista, uma vez que muitas vezes se faz uma dieta demasiado limitada para a idade e atividade do doente. Para o dia a dia, é desaconselhável a ingestão de carboidratos de ação rápida (sumos, bolos, cremes) e incentivado os de ação lenta (pão, bolachas, arroz, massa…) de modo a evitar picos de glicemia.

Muitas vezes se ouve que o diabético não pode praticar exercicio. Esta afirmação é completamente falsa, já que o exercício contribui para um melhor controle da diabetes, queimando excesso de açúcar, gorduras e melhorando a qualidade de vida. Por vezes, torna-se necessário dobrar um pouco as regras: para praticar exercícios que requerem muita energia é preciso consumir muita energia, ou seja, consumir carboidratos lentos e rápidos.


Diabetes mellitus tipo 2

Já não se deve usar o termo Diabetes não Insulino-dependente, tem mecanismo fisiopatológico complexo e não completamente elucidado. Parece haver uma diminuição na resposta dos receptores de glicose presentes no tecido periférico à insulina, levando ao fenômeno de resistência à insulina. As células beta do pâncreas aumentam a produção de insulina e, ao longo dos anos, a resistência à insulina acaba por levar as células beta à exaustão. Desenvolve-se freqüentemente em etapas adultas da vida e é muito freqüente a associação com a obesidade; anteriormente denominada diabetes do adulto, diabetes relacionada com a obesidade, diabetes não insulino-dependente. Vários fármacos e outras causas podem, contudo, causar este tipo de diabetes. É muito freqüente a diabetes tipo 2 associada ao uso prolongado de corticóides, freqüentemente associada à hemocromatose não tratada.


Diabetes gestacional

A diabetes gestacional também envolve uma combinação de secreção e responsividade de insulina inadequados, assemelhando-se à diabetes tipo 2 em diversos aspectos. Ela se desenvolve durante a gravidez e pode melhorar ou desaparecer após o nascimento do bebê. Embora possa ser temporária, a diabetes gestacional pode trazer danos à saúde do feto e/ou da mãe, e cerca de 20%–50% das mulheres com diabetes gestacional desenvolvem diabetes tipo 2 mais tardiamente na vida.

A diabetes mellitus gestacional (DMG) ocorre em cerca de 2%–5% de todas as gravidezes. Ela é temporária e completamente tratável mas, se não tratada, pode causar problemas com a gravidez, incluindo macrosomia (peso elevado do bebê ao nascer), malformações fetais e doença cardíaca congênita. Ela requer supervisão médica cuidadosa durante a gravidez.

Os riscos fetais/neonatais associados à DMG incluem anomalias congênitas como malformações cardíacas, do sistema nervoso central e de músculos esqueléticos. A insulina fetal aumentada pode inibir a produção de surfactante fetal e pode causar problemas respiratórios. A hiperbilirrubinemia pode causar a destruição de hemácias. Em muitos casos, a a morte perinatal pode ocorrer, mais comumente como um resultado da má profusão placentária devido a um prejuízo vascular.


Outros tipos

Outros tipos de diabetes <5% de todos os casos diagnosticados:

A: Defeito genético nas células beta.
B: Resistência à insulina determinada geneticamente.
C: Doenças no pâncreas.
D: Causada por defeitos hormonais.
E: Causada por compostos químicos ou fármacos.
F: Infecciosas (rubéola congênita, citamegalovírus e outros).
G: Formas incomuns de diabetes inmuno-mediadas (síndrome do “Homem Rígido”, anticorpos anti-insulina e outros)
H: Outras síndromes genéticas algumas vezes associadas com diabetes (síndrome de Down; síndrome de Klinefelter, síndrome de Turner, síndrome de Wolfram, ataxia de Friedreich, coréia de Huntington, síndrome de Laurence-Moon-Biedl, distrofia miotônica, porfiria, síndrome de Prader-Willi e outras)


Diagnóstico

São os critérios diagnóstico para o diabetes melito o achado em dois exames em dias diferentes de glicemia de jejum ≥126 mg/dL (7 mmol/L) ou após alimentar-se ≥200 mg/dL (11,1 mmol/L), em caso de sintomas típicos de diabetes basta apenas uma glicemia ≥200 mg/dL (11,1 mmol/L).

O Diabetes Melito Gestacional possui critérios diagnóstico diferentes.


Sinais e sintomas

A tríade clássica dos sintomas da diabetes é poliúria (pessoa urina com frequência), polidipsia (sede aumentada e aumento de ingesta de líquidos), polifagia (apetite aumentado). Pode ocorrer perda de peso. Estes sintomas podem se desenvolver bastante rapidamente no tipo 1, particularmente em crianças (semanas ou meses) ou pode ser sutil ou completamente ausente — assim como se desenvolver muito mais lentamente — no tipo 2. No tipo 1 pode haver também perda de peso (apesar da fome aumentada ou normal) e fadiga. Estes sintomas podem também se manifestar na diabetes tipo 2 em pacientes cuja diabetes é má-controlada.

Quando a concentração de glicose no sangue está alta (acima do limiar renal), a reabsorção de glicose no túbulo proximal do rim é incompleta, e parte da glicose é excretada na urina (glicosúria). Isto aumenta a pressão osmótica da urina e consequentemente inibe a reabsorção de água pelo rim, resultando na produção aumentada de urina (poliúria) e na perda acentuada de líquido. O volume de sangue perdido será reposto osmoticamente da água armazena das células do corpo, causando desidratação e sede aumentada.

Quando os níveis altos de glicose permanecem por longos períodos, ocorre a absorção de glicose e isto causa mudanças no formato das lentes dos olhos, levando a dificuldades de visão. A visão borrada é a reclamação mais comum que leva ao diagnóstico de diabetes; o tipo 1 deve ser suspeito em casos de mudanças rápidas na visão, ao passo que o tipo 2 geralmente causa uma mudança mais gradual.

Pacientes (geralmente os com diabetes tipo 1) podem apresentar também cetoacidose diabética, um estado extremo de desregulação metabólica caracterizada pelo cheiro de acetona na respiração do paciente, respiração Kussmaul (uma respiração rápida e profunda), poliúria, náusea, vômito e dor abdominal e qualquer um dos vários estados de consciência alterados (confusão, letargia, hostilidade, mania, etc). Na cetoacidose diabética severa, pode ocorrer o coma (inconsciência), progredindo para a morte. De qualquer forma, a cetoacidose diabética é uma emergência médica e requer atenção de um especialista.

Um estado raro, porém igualmente severo, é o estado não-cetótico, que é mais comum na diabetes tipo 2, e é principalmente resultante da desidratação devido à perda de líquido corporal. Frequentemente o paciente têm ingerido quantidades imensas de bebidas contendo açúcar, levando a um ciclo vicioso em consideração à perda de líquido.


Critérios de diagnóstico

A diabetes mellitus é caracterizada pela hiperglicemia recorrente ou persistente, e é diagnosticada ao se demonstrar qualquer um dos itens seguintes:

  • Nível plasmático de glicose em jejum em ou acima de 126 mg/dL (7,0 mmol/l).
  • Nível plasmático de glicose em ou acima de 200 mg/dL ou 11,1 mmol/l duas horas após uma dose de 75g de glicose oral como em um teste de tolerância à glicose.
  • Nível plasmático de glicose aleatória em ou acima de 200 mg/dL ou 11,1 mmol/l.


Complicações

As complicações da diabetes são muito menos comuns e severas nas pessoas que possuem os níveis glicêmicos (de açúcar no sangue)Nathan DM, Cleary PA, Backlund JY, Genuth SM, Lachin JM, Orchard TJ, Raskin P, Zinman B; Diabetes Control and Complications Trial/Epidemiology of Diabetes Interventions and Complications (DCCT/EDIC) Study Research Group. Intensive diabetes treatment and cardiovascular disease in patients with type 1 diabetes. N Engl J Med 2005;353:2643-53. PMID 16371630.The Diabetes Control and Complications Trial Research Group. The effect of intensive diabetes therapy on the development and progression of neuropathy. Ann Intern Med 1995;122:561-8. PMID 7887548.bem controlados, mantendo-os entre 40 e 200mg/dl. De fato, quando melhor o controle, menor será o risco de complicações. Desta maneira, a educação do paciente, entendimento e participação é vital. Os profissionais da saúde que tratam diabetes também tentam conscientizar o paciente a se livrar certos hábitos que sejam prejudiciais à diabetes. Estes incluem o tabagismo, colesterol elevado (controle ou redução da dieta, exercícios e medicações), obesidade (mesmo uma perda modesta de peso pode ser benéfica), pressão sanguínea alta (exercício e medicações, se necessário) e sedentarismo.

As complicações causadas pela diabetes se dão basicamente pelo excesso de glicose no sangue, sendo assim, existe a possibilidade de glicosilar as proteínas além de retenção de água na corrente sanguínea, e retirada da mesma do espaço intercelular.


Complicações agudas

  • Cetoacidose diabética
  • Coma hiperosmolar não-cetótico
  • Hiperglicemia
  • Coma diabético
  • Amputação


Complicações crônicas

  • Ateroscleose
  • Hipertensão ( por aumento de H2O no sangue, além da glicolisação irregular do colágeno e proteínas das paredes endoteliais o que pode causar tromboses e coágulos por todo o sistema circulatório);
  • Tromboses e coágulos na corrente sanguínea;
  • Problemas dermatológicos ( por desnaturação de proteínas endoteliais)
  • Pé diabético
  • Problemas neurológicos principalmente no pé, como perda de sensibilidade e propriocepção;
  • Dificuldade em coagular o sangue
  • Problemas metabólicos generalizados.


Tratamento

A diabetes mellitus é atualmente uma doença crônica, sem cura, e sua ênfase médica deve ser necessariamente em evitar/administrar problemas possivelmente relacionados à diabetes, a longo ou curto prazo. É extremamente importante a educação do paciente, o acompanhamento de sua dieta, exercícios físicos, monitoração própria de seus níveis de glicose, com o objetivo de manter os níveis de glicose a longo e curto prazo adequados. Um controle cuidadoso é necessário para reduzir os riscos das complicações a longo prazo. Isso pode ser alcançado com uma combinação de dietas, exercícios e perda de peso (tipo 2), várias drogas diabéticas orais (tipo 2 somente) e o uso de insulina (tipo 1 e tipo 2 que não esteja respondendo à medicação oral). Além disso, devido aos altos riscos associados de doença cardiovascular, devem ser feitas modificações no estilo de vida de modo a controlar a pressão arterialAdler AI, Stratton IM, Neil HA, Yudkin JS, Matthews DR, Cull CA, Wright AD, Turner RC, Holman RR. Association of systolic blood pressure with macrovascular and microvascular complications of type 2 diabetes (UKPDS 36): prospective observational study. BMJ 2000;321:412-9. PMID 10938049. e o colesterol, se exercitando mais, fumando menos e consumindo alimentos apropriados para diabéticos, e se necessário, tomando medicamentos para reduzir a pressão.


Prevenção

Como pouco se sabe sobe o mecanismo exato pelo qual a diabetes tipo 1 se desenvolve, não existem medidas preventivas disponíveis para esta forma de diabetes. Alguns estudos atribuíram um efeito de prevenção da amamentação em relação ao desenvolvimento da diabetes tipo 1.

Os riscos da diabetes tipo 2 podem ser reduzidos com mudanças na dieta e com o aumento da atividade física.

Um artigo da Associação Americana de Diabetes recomenda manter um peso saudável, e ter no mínimo 2½ horas de exercício por semana (uma simples caminhada basta), não ingerir muita gordura, e comer uma boa quantidade de fibras e grãos. Embora eles não recomendem o consumo de álcool, eles citam que o consumo moderado de álcool pode reduzir o risco.


Epidemiologia e Estatísticas

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, em 2006 há cerca de 171 milhões de pessoas doentes da Diabetes, e esse índice aumenta rapidamente. É estimado que em 2030 esse número dobre. A Diabetes Mellitus ocorre em todo o mundo, mas é mais comum (especialmente a tipo II) nos países mais desenvolvidos. O maior aumento atualmente é esperado na Ásia e na África, onde a maioria dos diabéticos serão vistos em 2030. O aumento do índice de Diabetes em países em desenvolvimento segue a tendência de urbanização e mudança de estilos de vida.

A diabetes está na lista das 5 doenças de maior índice de morte no mundo, e está chegando cada vez mais perto do topo da lista. Por pelo menos 20 anos, o numero de diabéticos na América do Norte está aumentando consideravelmente. Em 2005 eram em torno de 20.8 milhões de pessoas com diabetes somente nos Estados Unidos. De acordo com a American Diabetes Association existem cerca de 6.2 milhões de pessoas não diagnosticadas e cerca de 41 milhões de pessoas que poderiam ser consideradas “pré”-diabéticas. Os Centros de Controles de Doenças classificaram o aumento da doença como epidêmico, e a NDIC (National Diabetes Information Clearinghouse) fez uma estimativa de $132 bilhões de dólares, somente para os Estados Unidos este ano.


Ver também

  • Diabetes_insipidus
  • Lista de termos associados com diabetes


  • Cálculo do Risco de Diabetes

OHSAS 18002

OHSAS 18002 - Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde Ocupacional - Diretrizes para a implementação
da OHSAS 18001.

A OHSAS 18002 apresenta os requisitos específicos da OHSAS 18001. Fornece os requisitos para um Sistema de Gestão da Segurança e Saúde Ocupacional, permitindo a uma organização controlar seus riscos de acidentes e doenças ocupacionais e melhorar seu desempenho.

Essa norma não prescreve critérios específicos de desempenho da Segurança e Saúde Ocupacional, nem fornece especificações detalhadas para o projeto de um sistema de gestão.

Induano

Na escala de tempo geológico, o Induano é a idade da época Triássica Inferior do período Triássico da era Mesozóica do éon Fanerozóico que está compreendida entre 251 milhões e 249 milhões e 700 mil anos atrás, aproximadamente. A idade Induana sucede a idade Changhsingiana da época Lopingiana do período Permiano da era Paleozóica de seu éon e precede a idade Olenekiana de sua época.


Páginas relacionadas

  • Geologia
  • Paleontologia

Quinta força

Ocasionalmente, alguns físicos postulam a existência de uma quinta força além das quatro forças fundamentais conhecidas. Essa força seria teriapraticamente a mesma intensidade da força da gravidade (isto é, é muito mais fraca do que a força eletromagnética e a nuclear) e teria escada de menos de um milímetro na escala cosmológica.

Eunucoidismo

Eunucoidismo é uma entidade nosológica em que o indivíduo do sexo masculino apresenta incapacidade reprodutiva e/ou de sinais externos de falta de virilização, tendendo a feminilização.

Pode ser primária - por falência testicular pré-puberal - ou secundária a disturbios hipofisários ou hipotalâmicos.

Em ambos os casos pode ser devido a:

  • fatores congênitos : deficiências nas rotas metabólicas dos esteróides ou alterações hipofisárias ou supra-hipofisárias
  • fatores adquiridos : castração, uso de bloqueadores da testosterona.

Peso mexicano

O Peso Mexicano é a moeda corrente oficial do México. O seu símbolo é $ ou MXN e foi a moeda de tempo corrente na América do Norte até que em 1911 os EUA começaram a usar o dólar.O peso mexicano é fabricado na casa da moeda mexicana desde 11 de maio de 1535.Este novo peso mexicano foi introduzido em 1 de janeiro de 1993 equivalendo a 1000 pesos mexicano que eram usados antigamente.

Corrente (desambiguação)

Corrente pode se referir a:

  • Corrente - um município brasileiro do estado do Piauí
  • Corrente - um rio brasileiro do estado de Goiás
  • Corrente - um rio brasileiro do estado da Bahia, afluente do Rio São Francisco
  • Corrente elétrica - passagem ordenada de elétrons em um condutor.
  • Corrente (oceanografia) - Corrente marítima.
  • Corrente metálica - elos de metal unidos.
  • Corrente (ideologia) - Um conjunto de ideiais partilhado por distintos grupos de pessoas.
  • Corrente de e-mail - e-mail que é enviado para diversos conhecidos e que são eventualmente repassadas adiante se espalhando em progressão geométrica. Também podem serem aplicados em mensageiros instantâneos.

Você também pode estar à procura de significados para Correntes:

  • Correntes

Albedo

Albedo é uma medida da reflectividade de um corpo ou de uma superfície. É a razão entre a radiação electromagnética reflectida e a quantidade incidente.

Esta fracção costuma ser apresentada como uma percentagem e é um importante conceito da climatologia e da astronomia. A proporção depende da frequência da radiação considerada: se não estiver especificada, refere-se a uma média ao longo do espectro da luz visível. Também depende do ângulo de incidência da radiação.

Exemplos: o albedo da neve recente é elevado, enquanto que da superfície do mar é reduzido.

A Terra tem um índice médio de 37% a 39% enquanto que a Lua tem cerca de 12%. Em Astronomia, o albedo dos satélites e asteróides pode ser utilizado para inferir acerca da composição da superfície, especialmente sobre a quantidade de gelo.

O albedo pode variar de 0 a 1, quando não expresso em percentagem

Staraptor

Staraptor é a evolução de Staravia e é um dos Pokémons da Quarta Geração.


Dados do Pokémon

  • Descrição Detalhada: Possui uma natureza selvagem. Staraptor irá atacar valentemente seus inimigos mesmo esses sendo muito maiores que ele. Ataca usado seu poderoso bico e com fortes rajadas de vento produzidas por suas asas.